Sabendo das diversas deficiências e problemáticas existentes na saúde pública do Distrito Federal, Raimundo Ribeiro apresentou várias proposições para estruturar e equipar as instalações públicas de atendimento à saúde e assegurar os direitos constitucionais da população distrital.

            No primeiro mandato, o parlamentar propôs o fornecimento obrigatório de medicamentos pelo Sistema Único de Saúde (PL 637/2007); a criação do programa de saúde bucal na primeira infância e na gestação de bebês (PL 1377/2009); o pagamento, pelos órgãos de Assistência Social do DF, de todas as despesas com funeral para as famílias que sejam doadoras de órgãos humanos e que comprovem renda de até oito salários mínimos (PL 1119/2009); o tratamento prioritário a ser dado ao pagamento de precatório do DF e da Fazenda Pública, para o cidadão, credor, com doença comprovadamente grave e manifesta (PL 1373/2009).

            Em 2015, no seu segundo mandato na CLDF, Raimundo apresentou um projeto para dispor sobre a instalação de suporte contendo álcool em gel, de uso coletivo da sociedade em geral (PL 700/2015). Além disso, quis proteger as pessoas em tratamento nas comunidades terapêuticas e similares, propondo a proibição do aproveitamento dessas pessoas para efetuar vendas externas de produtos com intuito de arrecadar recursos financeiros, por fazer parte do tratamento, situação bastante comum no âmbito do Distrito Federal (PL 636/2015).

            Ribeiro buscou condições efetivas para atender a população, tentando criar, por meio de projetos de lei, o programa distrital de assistência à criança portadora de microcefalia (PL 1383/2016) e o programa de prevenção de doenças renais (PL 1384/2016). No mesmo ano, também apresentou o PL 1016/2016, que tem por objetivo equipar, com desfibriladores cardíacos semiautomáticos externos, locais como shoppings centers, hotéis, lojas de departamento, aeroporto, estações rodoviárias, ferroviárias, metrôs, estádios de futebol, ginásio de esportes, academias de ginástica, hipermercados, faculdades, universidade, centros educacionais e teatros. Em 2017, Raimundo luta contra a proposta do Governo do DF que pretende transformar o Hospital de Base em instituto.